sábado, 25 de dezembro de 2010


Acha certo o que fez comigo? Tão certo que nem falou mais comigo, nem mais me olhou! Ou será que tem tanta vergonha do que fez que prefere nem tocar no assunto? Será que quis descontar em mim o que fizeram com você no passado ou será que quis simplesmente machucar corações para ver como se sairia? Perguntas sem respostas... E a única pessoa que poderia me responder é a mesma que eu não quero perguntar!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

E de uma hora pra outra...


Me vem aquela dor como se alguma coisa tivesse te levado de mim, mas então eu lembro que todo o amor que eu te dei , todas minhas lagrimas, meus carinhos não te bastaram... Aliás, você nunca os aceitou. E parece que sempre quando to conseguindo preencher o vazio que você deixou dentro de mim, quando esse sentimento esta ficando quase que em segundo plano na minha vida, vem você e me enche de esperanças, constrói um sonho lindo, como todos aqueles que eu tenho antes de dormir pensando em você, e em menos de 24 horas esse lindo sonho se torna um incrível pesadelo como todos os meus dias ultimamente, te vejo declarando seu amor a outra e que é junto com ela que você se sente em paz, que ela é a garota da sua vida, e isso dói e com certeza dói muito, eu acredito que realmente um dia você vai se tocar que eu SEMPRE quis ser mais que uma amiga, uma irmã como você diz, e sim quem poderia te dar todo o amor e o carinho que alguém precisa ter pra viver, e eu tenho certeza que tudo e todos podem passar menos o meu sentimento por ti que esse cresce cada dia mais...
Mas te peço que esse dia não demore muito, porque apesar do meu amor por você não passar nunca, eu não posso prometer que ainda vou estar aqui esperando por você, porque infelizmente eu posso acabar me acostumando com a solidão ou até conhecer outro alguém...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


Eles passavam brigando, discordavam de tudo que o outro falava, passavam ficando com outros para um esquecer o outro, mas acima de tudo, eles se amavam mais que qualquer coisa no mundo, era um amor visível, que qualquer pessoa enxergava de longe o brilho no olhar quando um enxergava o outro.

Eu só queria entender o por que... O por que de tanto amor. O por que de gostar tanto de uma pessoa que não dá a mínima bola pra mim, que não dá valor aos meus sentimentos. Porque amar tanto uma pessoa assim? O certo deveria ser a gente se apaixonar por quem nos faz bem. Porque comigo foi diferente? Porque eu fui me apega tanto a ele, logo ele? Eu deixo de viver a minha vida pra viver a dele, eu deixo de ser quem eu sou pra ser o que ele quer, eu deixo de sonhar os meus sonhos pra sonhar com ele, apenas ele! Eu deixo tudo de lado por ele, e o que eu ganho em troca? Desprezo, frieza, palavras vindas dele que só eu sei o quanto dói ouvir. Às vezes nem é preciso ele falar nada, o silêncio depois daquela declaração de amor, dói demais. Assim como ele sabe me fazer bem, melhor do que ninguém, ele também sabe me fazer sofrer, e melhor ainda. O que eu vou fazer se ele não merece, mas tem todo meu amor? E eu ainda fico tentando buscar ele em outros. Fico tentando me ocupar com outras coisas, outras pessoas. Mas nada adianta, ele sempre faz questão de dominar completamente o meu pensamento. Em tudo, absolutamente tudo que eu vou fazer, ele ta presente! Parece que isso nunca vai ter fim, parece que esse amor nunca vai acabar. É, sinceramente, eu já não tenho mais o controle da situação...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

30/11/10

Oi meu amor! Hoje é o teu aniversário, o teu dia, só teu. Como eu queria que tu tivesse aqui pra mim poder te abraçar. Meu anjo, hoje a festa no céu é tua, somente tua! Como eu sinto saudades de ti, é uma coisa inexplicável, se eu pudesse voltar no tempo, iria fazer tudo diferente, iria aproveitar todos os momentos contigo ao máximo possível, iria te dizer todos os dias o quanto eu te amo e o quanto tu era importante pra mim.
Lembro de tudo que eu passei contigo e so me resta saudade, saudade do teu
cheiro, teus beijos, teus abraços, tuas mordidas, tua voz e esse teu jeitão de criança. Tudo isso me trás ótimas lembraças. Por que tu foi tão cedo? Quem me derá poder te ver denovo com aquele teu sorrisão me falando que tá tudo bem e que isso foi um sonho e já vai passar, que quando eu acordar, tu vai tá aqui pra me abraçar.
As tuas palavras, a promessa que tu me fez e que não deu tempo de ser cumprida, por que te levaram de mim, levaram pra nunca mais voltar.
Queria poder ter te dado o último abraço, olhar pela última vez nos teus olhos e sentir todo aquele brilho deles.
Quando tu partiu, um pedaço de mim partiu contigo, eu nunca vou achar alguém parecido contigo e muito menos igual. Tu foi único pra mim, marco demais na minha vida. Sempre que penso em ti é com alegria, mas é inevitável não chorar, lembrar daquela sena horrível, tu lá fraco, sem forças, em sono profundo, sem o vermelho das tuas buchechas, com aquela pele fria, mas sempre com o mesmo sorriso nos lábios.
Tu deixou pra trás uma história, deixou saudades no coração de muita gente.
Eu sei que por ti, eu sempre vo tá protegida, por que ai de cima tu tá me olhando, sempre quando eu to dormindo, tu tá do mue lado, não deixando nada de ruim acontecer comigo.
Tu sempre foi e sempre vai ser o meu cebolinha, aquele que cuido de mim e sempre vai cuidar, aonde quer que eu esteja eu sei que tu tá comigo!
Eu te amo muito meu anjo protetor, saudades eternas.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Amor além da vida..



Oi meu anjo, hoje vim aqui postar somente pra ti... Exatamente hoje fazem 4 meses que tu partiu!
Tu sabe que a dor de não te ter aqui é imensa, não só por mim, mas também por todos que te amam... Tu foi o cara mais foda que eu já conheci em toda a minha vida, fazia tudo oque tinha vontade sem medo de nada! Tava sempre na tua loucura, nunca abaixava a cabeça pra ninguém, sempre foi uma criança né, às vezes me perco nas lembranças naqueles ótimos momentos que passamos juntos e sei lá, eu era muito apegada a ti apesar de tudo e agora só de pensar que eu nunca mais vou te ver, nunca mais vou ouvir tua voz a não ser em meus sonhos, me deixa muito triste... É difícil acreditar ainda que TU, logo TU foi embora :/ Queria poder voltar no tempo, aproveitar melhor os momentos ao teu lado e fazer algumas coisas diferentes.
Meu amor, eu te amo e pra sempre vou te amar, saudades eternas!

“ Não sei por que você se foi, quantas saudades eu senti...
E de tristezas vou viver, aquele adeus não pude dar
Você marcou na minha vida, viveu morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro da solidão que em mim bate
E eu? GOSTO TANTO DE VOCÊ! “

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Era 7 de outubro Ana se lembrava muito bem ela conheceu um garoto pelo messenger.Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra.Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo. - Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. - Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana. Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez.Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada. Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele.Isso a fez mal. - Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. - Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse. - Ana, presta atenção.Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu. Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota. Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar. A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano. Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou. - Olha, eu tenho que conversar com você. - Diga. – Bruno sorriu. - Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres. - Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra. - Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas. não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava,indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto. - Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama. - O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana. A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo.Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar. Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo. Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno. Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele. Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele. Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o corpo.As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer. Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou. - Desculpe. Você é Bruno, certo? - Certo. - Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo. A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana.Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então, não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo. Eu te amo! PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?" Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.Ela chorou muito, e seguiu a vida.Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal, o coração do homem de sua vida batia dentro dela.